quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

A desconstrução dos pilares da religião
IEVDAM09:04 0 comentários






A bíblia nos diz que há somente um caminho, somente um intermediário entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem.
Ainda que pela nossa natural perdição venhamos moldar deuses segundo nossas concepções, continuaremos vazio e sem rumo, pois somente jesus é o caminho, a verdade e a vida.
Nesta mensagem, Caio Fábio retrata muito bem os pilares da religião, consequentemente como derrubar, destruir, desconstruir aquilo que o próprio homem criou como se fosse divinamente inspirado por Deus. Como se Deus pudesse caber no pacote da religião.
E acredito ser esse um dos principais motivos para toda essa heresia que vemos no meio evangélico, a adoração a Deus, segundo eles, dever estar acompanhado do pacote de dogmas e doutrinas que devem ser seguidos a regra, caso contrário, você se torna desviado do caminho que eles mesmos segundo acarne traçara para você trilhar.
Ninguém merece!

Nele, em que não há religião segundo o homem,


Chriciano.

Manaus, 31/01/2013.

A Cruz vem antes do nada!
IEVDAM08:36 0 comentários



Por-tanto...
Toque no que você queira, mas não toque no significado da Cruz!
A Cruz não é um dogma.
A Cruz é a fé revelada.
A Cruz é o mistério que nos foi dado a conhecer como misteriosa e indiscernível revelação.
Toda fé sem a Cruz é crença... É apenas crucificação...
É a Cruz que dá sentido a tudo.
Afinal, quando se diz que o Cordeiro de Deus foi imolado antes da criação de qualquer coisa, ente, mundo ou realidade, se afirma que o Cordeiro — que é Deus de Deus em Deus e para Deus —, imolou-se por tudo o que seria criado; pois, sem a liberdade em todos os níveis que se deriva do Cordeiro, o que se criava não existiria com todas as alternativas do existir; e, portanto, não seria criado aberto a todas as possibilidades da liberdade, fosse a fortuita; ou seja a liberdade exercida como consciência, certo ou errado.
Assim, no Cordeiro em Quem todas as coisas foram criadas, tudo já o foi sob o signo do perdão e da redenção de tudo o que pudesse sair do caminho original da criação que é amor.
É da Cruz que procede toda explosão original que deu início a este e a todos os universos possíveis!

7 de janeiro de 2013 – Lago Norte – Brasília – DF

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Por que será que você confessa Jesus e continua sem Deus?
IEVDAM23:30 0 comentários



As garantias de Jesus foram todas. Ele não estaria mais fisicamente presente, mas, em compensação, sem limites de geografia, tempo e espaço, estaria conosco todos os dias, sem jamais nos deixar órfãos, pois, enviaria de Si mesmo, o Espírito Santo, o Consolador, Aquele que Caminha Junto, que habitaria conosco e estaria em nós, revelando a cada dia mais de Jesus, e levando-nos a conhece-Lo em todos os nossos caminhos, crescendo em verdade e graça, andando em amor, conforme o entendimento segundo o Evangelho.

Enquanto isto, como decorrência natural dos efeitos da Palavra da Vida em nós, “indo...” onde quer que fossemos, seríamos Testemunhas de Seu amor e graça, visto que Seu chamado não era para que “déssemos testemunhos”, mas antes para que “fossemos testemunhas”. Antes de ser um chamado para fazer é uma convocação para ser.

Enquanto isto, Ele garantiu que faria sinais, prodígios e maravilhas, confirmando a Palavra vivida e anunciada por nós, sendo que Ele mesmo nos levaria a realizar obras maiores que as Dele, pois, receberíamos do que é Dele, e Nele viveríamos.

Ele também garantiu de que se fôssemos postos em provas, Ele mesmo estaria alí, dando-nos sabedoria, e dizendo-nos o que dizer. E garantiu que pisaríamos com os pés a serpentes e escorpiões, e que subjugaríamos, Nele, todo poder do maligno.

Justamente em razão disso, de Sua Presença, de Seu carinho diário, de Seu amor manifesto como Verdade libertadora, como Graça para ocasião própria, e como poder de Deus em nossos corações, é que Ele manda que andemos com esperança, com fé, olhando para o alto, confessando um futuro de Glória, e até mesmo nos regozijando nas dificuldades desta existência.

Sua ordem, entretanto, era para que todo aquele que dissesse que confiava Nele, manifestasse isto mediante atos de misericórdia, verdade, justiça e amor, que são os conteúdos existenciais do Evangelho.

Isto porque o Evangelho não é um conjunto de história e nem um monte de palavras lindas, mas sim, antes de tudo, é espírito de amor, graça, justiça, paz e misericórdia.

Quem, em qualquer lugar, tiver discernido que Deus é assim, então, não importando quem seja, nem onde esteja, o que saiba ou deixe de saber, tal pessoa terá a Presença com ela.

Porém, se alguém se diz cristão, chama a Jesus de Senhor e Salvador, porém, apesar disso, e em contradição com isto, vive sem amor, compaixão, verdade a começar de si mesmo, justiça bondosa, bondade justa, e o desejo de fazer a misericórdia triunfar sobre o juízo —, então, tal pessoa, mesmo conhecendo as histórias e os ensinos do Evangelho intelectualmente e como uma bela informação, não provará a Presença, pois, o “indo...” acerca do qual Jesus falou quando mandou “fazer discípulos” e contar com Sua presença até o fim dos séculos, não é um movimento geográfico, mas, antes disso, interior, e que põe o individuo, bem antes do que no chão de alguma “missão”, no chão do coração, no qual a viagem verdadeira é feita.

Ora, neste ambiente onde a missão de ser se inicia, o que vale não é saber a história de Jesus, mas viver a história conforme o espírito de Jesus.

O que temos hoje no chamado mundo cristão é um monte de gente carente, doente, sem a experiência de Deus, sem paz, deformadas pelas ambições de falsa espiritualidade, existindo apenas no mundo das performances e das superficialidades, enquanto vivem cheias de inveja; confessando-se santas, enquanto estão taradas; dizendo-se povo de Deus, mas sem conhecer o caminho da pacificação interior; cheias de juízo, e que é do tamanho de sua falta de consciência de justificação na Graça, mediante a fé.

Ora, tais pessoas, como não conhecem a Deus, vivem buscando preencher esse vazio com cultos e mais cultos, com cargos eclesiásticos, com atividades missionárias, com corais, com mil obrigações expiatórias; e entregam-se ao comando espiritual de fabricantes de ídolos cristãos, que são as poções mágicas oferecidas em troca de contribuições em dinheiro, escondendo algo que se disfarça sob a nomenclatura de evangélico, e que é a coisa mais falsa que se poderia criar na Terra em nome de Jesus.

Esta, todavia, também é a razão das pessoas crentes serem tão infelizes, pois, trocaram Jesus pela “igreja”, deixaram o Evangelho, e se entregaram a “doutrinas e mandamentos de homens”.

Para tais pessoas, mesmo que confessem o nome de Jesus, não há paz para o coração. Sim, porque conhecem um nome, mas jamais provaram a Pessoa; e conhecem doutrinas, mas não estão tomadas pelo espírito da Palavra, que é o que se torna vida em nós.

Quando o coração discerne o Evangelho e seu significado Hoje, então, quando lê nos evangelhos a promessa que diz “eis que estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos”, já não a lê como algo distante; e, nem tampouco diferente do significado dessas mesmas palavras para os primeiros discípulos.

Para quem conhece a Deus em espírito e em verdade, conforme Jesus, este Estou Convosco é verdade. E é verdade todos os dias, todas as horas, em todos os caminhos, e até mesmo nos enganos.

E porque Ele está presente, Ele mesmo nos corrige em Seu justo amor. E porque Ele está presente, Ele mesmo é nosso Pastor em todos as veredas. E, assim, aprende-se que não há lugar para fugir de Sua presença. Sim, Ele não só está Presente, mas Sua Presença também nos Persegue.

Quando Ele está presente não há como não viver cheio de muita esperança e alegria; e, sobretudo, olhando para o alto, de onde vem nossa Absoluta Redenção.

Enquanto isto, indo... o nosso próprio caminhar Nele gera novos discípulos, os quais, não nos pertencem, pois, somente a Ele pertencem, visto que foram comprados pelo Seu sangue, e não pelo nosso.

Experimente crer e confiar. Você verá a Tumba de Jesus vazia, e o ouvirá dizer: “Pare de Chorar! Eis que estou com você todos os dias!”


Nele,




Caio

Sem fé… todos são Saduceus, Fariseus, Teólogos, Filósofos, ou Sacerdotes...
IEVDAM23:27 0 comentários


SEM FÉ… todos são saduceus, fariseus, teólogos, filósofos, ou sacerdotes...  
Quando a Bíblia diz que o “justo de Deus apenas viverá pela fé”, ela nos dá o único modo de andar com Deus, ou com alguém que seja Deus.
Sim! Se existe Deus, e há; então, por que meio posso eu andar com Ele, se tudo em mim não tem adequação para discerni-Lo?  
Nada em mim comporta Deus!
Minha mente não agüenta Deus. Meu espírito enlouquece diante de Deus. Minha alma surta. Meu corpo desfalece...
Eu sou para Deus, mas Deus não é para mim...
Somente a fé “consegue” Deus...
Sim! Pois, na fé cabe o impensável e o impossível; e Deus é ambos: impensável e impossível.
E não somente isto...
A própria experiência do existir com a presunção do saber [Queda, Árvore do Conhecimento do Bem e do Mal] me põe em um estado no qual Deus, sem a fé, é a pior de todas as loucuras...
Surge o “Deus” da religião...
O “Deus” sem Deus!
Por isto, sem fé Deus faz mal.
Deus, sem fé, vira crença religiosa; ou seja: vira deus; ou “Deus”, mas não Deus.
Sem a fé..., Deus vira o diabo...
Aliás, sem a fé, o “Deus” que existe é o diabo.
Por isto, entre outras coisas, sem fé é impossível agradar a Deus!
Deus é; mas sem fé não há Deus para nenhum homem...
Então a fé é Deus?... Pois, se sem fé não há Deus para o homem, não seria justo crer que a fé seja Deus?
Não, é claro; mas, sem fé, não tenho como me relacionar com Deus!
A fé é meio, é mídia, é mão que pega o infinito apenas porque crê que não pode...
É da natureza da fé não aceitar limites como lógicas. Por isto somente a fé pode dialogar com Deus; pois, de que outra forma conversaria eu com Ele?
Sem fé não há fé... Obvio? Ah! Quem dera!
O que posso mais dizer?
Talvez mais uma coisa apenas:...
A verdadeira fé tem prazer em sua própria simplicidade e confiança.
O galardão da fé é Deus!
Quer mais?...

Nele, que me ensinou e ensina a simplesmente crer em tal simplicidade.

domingo, 20 de janeiro de 2013

O que ficou estabelecido na Cruz?
IEVDAM20:33 0 comentários


Artigo 1º -Fica decretado para a consciência de todo homem que a Cruz de Cristo é a Realidade Primeira de todas as coisas, visto que antes de haver Luz, houve Cruz. 

Artigo 2º -Fica estabelecido que toda a criação teve sua origem no Sangue, pois que o Cordeiro de Deus foi imolado antes da fundação de todos os mundos.

Artigo 3º -Fica para sempre declarado que a Luz só pôde ser criada porque a Cruz fez separação entre a Luz e as Trevas, sendo que ambas existem por decreto da Palavra de Deus, e somente se explicam no Eterno Sacrifício de Cristo antes de todas as criações.

Parágrafo Único: Em Jesus Cristo o Verbo se Encarnou, e a Cruz histórica é a Encarnação do Sacrifício Eterno realizado antes de todas as coisas e por todas as coisas.

Artigo 4º -Por decreto irrevogável está para sempre estabelecido que todo joelho se dobre e toda língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor para a Glória de Deus, o Pai.

Artigo 5º -Fica decretado que o Mistério dos Mistérios é a Cruz de Cristo, e que dela são beneficiárias todas as criaturas, especialmente os seres humanos que Hoje assim já crerem.

Artigo 6º -Pela Vitória do Sangue de Jesus ficou estabelecido o Fim do Mundo e o Início de Todas as Coisas. Por isso, a eternidade já reina nos corações dos que crêem. Os inimigos dessa Vitória já foram despojados de seus poderes, estando apenas se servindo da ignorância dos que ainda não creram.

Parágrafo da Vitória: O Diabo e seus anjos foram despojados de seus poderes na Cruz de Jesus, tendo agora apenas o poder que a maldade humana lhes fornece como alimento. Mas o tempo está próximo.

Artigo 7º -Fica decretado que todo aquele que crer em Jesus terá acesso à Árvore da Vida e à exclusividade de uma Comunhão com o Pai que apenas a cada indivíduo concerne em Deus.

Parágrafo Diferencial: Todo aquele que crê anda com a marca do Cordeiro na fronte e é identificado pelos poderes invisíveis, mesmo estando calado.

Artigo 8º -Pela sabedoria eterna de Deus se fez decreto a seguinte certeza: Jesus é a verdadeira luz que, vinda ao mundo, ilumina a todo homem.

Artigo 9º -Por decreto do amor de Deus e de Sua fidelidade está estabelecido que ninguém que creia em Jesus será lançado fora da Redenção, e também que nada separará tal pessoa do amor de Deus para sempre. Nem o abismo!

Parágrafo da Vida: Quem crê está para sempre perdoado e pode andar tranqüilo em qualquer lugar, especialmente nos ambientes de seu próprio coração.

Artigo 10 -Fica de uma vez e para sempre estabelecido que aos homens é dado o direito de existir, porém toda existência só se transformará em Vida mediante a consciência do amor, pois Deus é amor.

Parágrafo Eterno: Ele é o Primogênito de toda criação, e por meio dele todas as coisas foram criadas; dele são todas as coisas, portanto, para Ele um dia todas as coisas retornarão. Na Cruz Ele reconciliou consigo mesmo todas as coisas, e todo aquele que crê tem que ter esse entendimento, para que viva bem, ame o próximo e não destrua a Terra.


Dois tipos de pessoas que se dispõem a crescer na Graça
IEVDAM20:09 0 comentários




Na minha opinião só há dois tipos de pessoas que podem crescer na Graça e conhecimento de Deus neste mundo caído, 
sem que antes tenham tido que ganhar verdadeira consciência do significado do pecado-essencial em-si-mesmos e por-si-mesmos:

1. Alguém que nunca tenha pecado—nesse caso apenas Jesus—, pois, Jesus, pela Sua natureza divino-humana e humano-divina, saberia o que é o pecado— aliás, de fato, somente Ele sabe o que é pecado.

2. A outra pessoa que pode ter esse discernimento é aquela que receba a “revelação de sua própria perversão essencial”.

E isto, pode acontecer de duas formas:

1. Através de uma profunda manifestação do Espírito Santo no interior humano, fazendo desse “pecador” um ser tão consciente de si mesmo que perceba a total depravação de seu ser,e que saia desse “encontro” nos ambientes do coração, com profunda auto-conciência de ser pecador.

2. A outra possibilidade é que pela experiência da dor do pecado praticado, venha a render-se, despido de toda justiça própria, ao Deus de toda misericórdia!

E é aí neste momento que começa o caminho da verdadeira santidade!

Santidade é o emergir de uma consciência banhada pela Graça e que, por essa mesma razão, tem tanta consciência de pecado, que não deseja outra vida se não aquela que o faz ser de Deus e para Deus movido por gratidão.

Essa pessoa, então, “constrangida pelo amor de Cristo”, compreende logo uma coisa: “Um morreu por todos, logo, todos morreram; para que aqueles que agora vivem, não vivam mais para si mesmos, para Aquele que por eles morreu e ressuscitou” (II Co 5: 14-17).

Santidade é a Graça que nos separa da maldade deste mundo pela motivação do amor de Deus. Do contrário, teriamos que adimitir que a melhor coisa a contecer a alguém que tenha a “revelação do conhecimento de Deus na face de Cristo” seria que ela ficasse “presa”, talvez até mesmo ficasse crucificada como o “ladrão da cruz”, que viu Deus em Cristo e foi direto para o Paraíso.

Nesse caso, pensar que somos salvos pela Graça significaria a manutenção da vida numa “prisão” até a hora da salvação-final. Ou seria como desejar que o “ladrão da cruz” fosse o paradigma de cristão: aquele que se converte e morre.

De certo para se crescer na Graça aqui na Terra, a pessoa tem que se ver radicalmente como pecadora, a fim de que possa, naturalmente, se derramar em amor aos pés de Cristo, como a pecadora de Lucas 7: 36 a 50, a quem Jesus usou como ilustração para o significado da verdadeira santidade: “Perdoados lhe são os seus pecados, porque ela muito amou; mas aquele a quem pouco se perdoa, pouco ama”.
E para isto não se tem que experimentar fisicamente o “pecado”; tem-se, sim! que conhece-lo como verdade-básica de nossa essência caída e afastada de Deus.
E tal “revelação” é obra do Espírito Santo, tanto no coração da prostituta quanto na alma do monge ou do pastor. Afinal, “todos pecaram e todos igualmente carecem da gloria de Deus”.
E mais: quem se enxerga não tem como não agir misericordiosamente com o outro!

Caio

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Semeando - O verdadeiro Discipulado
IEVDAM08:14 0 comentários






Segundo o evangelho de Lucas no capítulo 10, o Salvador escolheu e enviou setenta e dois discípulos para irem e pregarem as Boas Novas da salvação, disse: Lc 10:3-5 "Vão! Eu estou mandando vocês como ovelhas para o meio de lobos. Não levem bolsa, nem sacola, nem sandálias. E não parem no caminho para cumprimentarem ninguém. Quando entrarem numa casa, façam primeiro esta saudação: "que a paz esteja nesta casa!"
Aqui vemos um exemplo de evangelismo que procuramos seguir, indo até as casas, famílias, hospitais, desabrigados e a todos que tivermos oportunidade de compartilhar o evangelho.
Compartilhar significa para nós dividir, ouvir e ser ouvido, ensinar e aprender. É um ato de reciprocidade, uma estrada de via dupla, pois na medida que edificamos vidas através das escrituras, somos também edificados, aprendemos e damos graças ao Criador por isso.
No evangelho de Mateus, no capítulo 10, Jesus chama seus 12 apostolos e lhes dá autoridade para expulsar espíritos maus e curar todas as doenças graves. Em seguida os envia e diz"vocês receberam esta autoridade sem pagar, portanto deem sem cobrar". É nisto que acreditamo, fazer a vontade do Salvador de graça, pois a sua Graça nos basta.
Basta saber que estamos fazendo a vontade Dele, pois todos que almejam fazer a obra do Salvador devem acima de tudo, fazer pelo princípio da cooperação. Como podemos cobrar algo que nos foi ofertado de graça pela Graça. Fazemos por amor, por compromisso, crendo que a nossa recompensa (galardão), esta reservado para nós na volta do Salvador, e enquanto este tempo não chega continuaremos a Semear a Graça de Deus.

Os perdidos que sabem, ou quase sabem..
IEVDAM06:08 0 comentários


Nas parábolas de Lucas 15 e 16 Jesus descreveu em cada uma delas muitos ângulos diferentes da condição humana em sua perdição, tanto quanto também expressou o modo redentivo do Pai agir em relação á alienação humana em cada um desses casos.

Inicialmente temos a Ovelha Perdida. É o ser humano que se atabalhoou no caminho e perdeu a direção, o sentido da vida; ou seja: o caminho do Pastor. Nesse caso, não se trata de rebeldia, mas de distração e tolice; o que frequentemente faz com que homens/ovelhas venham a alienar-se da vereda, do passo, do sentido do Evangelho, da obediência a Jesus; e, também, do vínculo fraterno/humano tão útil a manter-nos andando [...] tendo uns aos outros como admoestadores na caminhada. Trata-se, portanto, da distração que gera o desgarrar fraterno e a comunhão; e isso por razões diversas, muitas delas vinculadas à perda do foco em razão de relacionamentos sem vínculo com a fraternidade da fé; ou, também, pelo envolvimento excessivo com companhias que nos fazem abandonar o interesse pela Palavra e pela comunhão humana em torno da Palavra da fé.

Então, temos a Dracma Perdida. Em tal caso, na maioria das vezes, tem-se a alma humana que se perde em estado de alienação de si mesma, inconscientemente; posto que a dracma, pela sua própria natureza, tenha se “perdido dentro da casa”; e isto por não se conhecer, por não saber de si mesma... É o caso dos que têm grande valor pessoal, mas que desconhecem o significado de sua própria existência; os quais acabam ficando jogados dentro do ambiente familiar da fé, mas sem que se saiba de seu estado de perdição pessoal; e, semelhantemente à inconsciência da “dracma”, tal pessoa não se sabe perdida, posto que não reflita sobre seu próprio estado em razão da inconsciência espiritual. Em geral isto acontece muito com “crentes e seus filhos”; ou seja: com os que se habituaram à “religião como casa”; os quais, depois de um tempo, desaparecem em seu significado espiritual diante de Deus pela impressão de “pertencimento” ao ambiente da “casa”.

Tem-se, então, o Filho Pródigo. Ora, esse tal é aquele que se rebelou contra o amor do Pai, e julgou na sua adolescência espiritual que viver com o Pai é equivalente a “limites e castrações”. Trata-se daquele que se vai por deliberação, que se aliena com a sensação de esperteza, que se distancia a fim de “viver sua liberdade” como expressão de libertinagem contra o amor santo.

Depois aparece o Irmão Mais Velho. Sim, aquele perdido que pensa que está dentro da vontade de Deus pelos seus atos de obediência forçada e legalista, mas que nunca teve vida ou intimidade com o Pai; sendo ele próprio apenas um pecador que habita as proximidades [...], embora sua alma invejosa viaje longe do coração de Deus; ainda que, ele mesmo, jamais tenha a coragem de estabelecer o que habita seu coração como decisão de comportamento. Assim, torna-se magoado, judicioso e extremamente perdido do amor do Pai, especialmente pela sua raiva dos pecadores “sinceros na sua rebelião assumida”.

Por último, tem-se aquele que se dedica aos negócios do reino, mas que é Um Administrador Infiel. Estes equivalem aos pastores, sacerdotes e agentessupostamente explícitos do reino, mas que perderam a fidelidade, e, assim, tornaram-se ladrões e enganadores, fazendo do reino um “negócio” pessoal; e, portanto, explorando o povo e defraudando o Evangelho. Sim; são os pecadores malandros; os quais esquecem que haverá o dia do acerto de contas; embora, eles mesmos, pelo vício administrativo e mistrativo [...] pensem estarem para além do perigo, julgando que exista uma dependência de Deus em relação a eles [...] — portanto, criando tal engano em suas mentes uma espécie de permissão para o ágio, para o adicional de gestão, para a exploração como “direito”; até que chega dia...

Para cada um desses “perdidos” o tratamento de Deus é diferente.

A Ovelha Perdida é “procurada”, pois, perdeu-se pela tolice e pela imaturidade.

A Dracma Perdida precisa ser buscada, posto que não tenha autodeterminação para achar-se.

O Filho Pródigo tem que arrebentar-se antes de tudo [...]; pois, sem que sofra a falência, jamais cairá em si e voltará; e mais: ele tem que voltar boa parte do caminho sozinho.

O Irmão Mais Velho poderá ser salvo pelo ciúme da Graça; sim, esta será a sua melhor chance; isso se ele aceitar seu estado de perdição [...] embora enganado pela falsa ideia da salvação como profissão e gestão espiritual, moral e legal. Do contrário, morrerá na casa do Pai sem conhecer a Sua Graça jamais.

O Administrador Infiel somente é salvo pela vergonha e pela possibilidade da revelação pública de seu estado de falsidade e infidelidade. São aqueles que somente são salvos pelo escândalo de suas vidas.

Concluo perguntando:
Quem é você em relação aos arquétipos acima mencionados?

A Ovelha Perdida se afastou alienadamente do caminho e o Filho Pródigo deliberou tal ato em estado de revolta.

Os demais [...], a Dracma, o Pródigo, o Irmão Mais Velho e o Administrador Infiel [...], não foram para “longe” de nada; perderam-se dentro da casa; sim, perderam-se sem expressão notória de seus estados de alienação.

É sutil assim o caminho da perdição de quem se julga “pertencendo”!

A Ovelha tinha Pastor...

A Dracma tinha uma dona que a ela atribuía grande valor [...], mas a Dracma existia em estado de inconsciência no ambiente de sua proprietária...

O Pródigo sabia que tinha um Pai bom...

O Mais Velho tinha Pai, mas vivia como um órfão amargurado...

O Administrador Infiel nunca fora a lugar algum, mas jamais se entregará fielmente a nada...

Assim, vemos que tolice/ingênua, alienação, rebeldia, raiva invejosa, malandragem e perspectiva de controle — habitam os casos clássicos de perdição da alma no ambiente do convívio com a Palavra e com o Santo.

Olhe para você mesmo e pergunte-se:
Quem sou eu?


Nele, que deseja dar festas de amor pelo nosso encontro, ou pelo nosso regresso, ou pela nossa esperteza de buscar graça na nossa vergonha flagrada,


Caio

Desabafo!
IEVDAM06:02 0 comentários



Olá queridos, gostaria de compartilhar com vocês este vídeo produzido pelos colaboradores do Caminho da Graça e Vem e Vê TV, de autoria do nosso admirável Caio Fábio, que demonstra também nosso repúdio e desabafo ao que esta sendo vivenciado pelos ditos evangélicos em suas igrejas e templos.
Divulguem e recomendem a maior quantidade de pessoas possíveis. Que o Salvador vos abençoe.




quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Livro: Sem Barganhas com Deus - Rev. Caio Fabio
IEVDAM21:35 0 comentários



Neste livro, o leitor encontrará quase uma continuação do clássico "Enigma da Graça", mas aqui, Caio Fábio faz uma analise mais abrangente da Bíblia, enquanto Palavra de Deus e Palavra do homem, ativa e necessária para o homem do ontem e do hoje, mas ao longo de 2000 mil anos de história sofreu diversas influencias e interpretações equivocadas.
Não esqueçam de visitar nossa página downloads de livros, certamente você será edificado com os conteúdos disponibilizados.

Boa leitura a todos!